Cervejaria retorna ao Brasil com representação exclusiva da Bier&Wein!​​​​

A linha das criativas e autênticas cervejas artesanais italianas que desde 2013 não eram mais encontrada por aqui, agora retornam ao Brasil com a importação e representação exclusiva da Bier&Wein. Para deleite dos apaixonados por cervejas, a BALADIN será comercializada inicialmente em 8 diferentes versões:

Versões 330 ml​​​​


A cervejaria Baladin

A cervejaria Baladin foi originalmente criada em 1996 como um Brew Pub (bar com produção própria de cervejas) em Piozzo – uma pequena aldeia na região de Langhe, na província de Cuneo, na Itália, pelo seu fundador e mestre cervejeiro Teo Musso. O primeiro sistema de fabricação de cervejas, foi produzida pelo próprio Teo na Bélgica, com a ajuda de seu amigo Jean-Luis Dits da Brasserie a Vapeur (Pipaix – Bélgica) e ficava localizada em um estreito porão ao lado do bar. Foi construído com tanques de leite antigos e inicialmente, a Baladin só fazia algumas poucas cervejas, que somente eram servidas, na torneira dos tanques.

No entanto, apenas um ano após a abertura da cervejaria, Teo começou a pensar em garrafas e novas receitas, que, atualmente, já são mais de 30. O objetivo estava claro: fazer cervejas com uma personalidade forte – tanto em termos de sabor e com de imagem – e que se distinguissem na gastronomia, da Itália e do mundo.

Para encurtar a longa história da Baladin, alguns anos após a sua criação, a adega para a fermentação do mosto (ou seja, a sala onde os fermentadores estão localizados) teve que ser ampliado após o primeiro sucesso comercial. Como ele não podia mover toda sua instalação, sem comprometer a identidade da cervejaria recém-nascida, Teo decidiu converter um antigo galinheiro de propriedade de seus pais. Para transportar o mosto, ele construiu um “duto de cerveja” de 300 m de comprimento, subterrâneo e que ligava a cervejaria ao porão.

Anos mais tarde, todo o sistema de infusão também foi transferido para o “galinheiro”. Sua capacidade de produção aumentou de 500 litros iniciais para 1.000 litros. Logo depois, o sucesso alcançado por Baladin, fez necessário uma ampliação ainda maior para alcançar o preparo de 2.500 litros (a propósito, cada sistema sempre foi construído de acordo com as especificações do Teo, que não quer perder seu o hábito de “engenharia artesanal” – DIY = Do it your self – e que teve de adaptar todo o equipamento às necessidades de uma cervejaria artesanal, algo bastante inovador na Itália na época …). Mesmo o “galinheiro” tornou-se muito pequeno. Mas uma boa oportunidade surgiu quanto uma antiga fábrica de 2.600 m2 ao pé da colina Piozzo, na aldeia vizinha de Farigliano, tornou-se disponível. A idéia era evitar a construção a partir do zero e sim renovar as instalações disponíveis sem destruir mais áreas verdes.

Em janeiro de 2012, ali formou-se a fazenda e fábrica Baladin, com a intenção de tornar-se responsável por todo o ciclo de produção das suas cervejas, a começar, naturalmente, da terra e os ingredientes necessários para fazê-las. O objetivo final é suportar todo o ciclo, produzindo riqueza e valores éticos ao mesmo tempo. O malte de cevada vem dos campos em Basilicata, enquanto parte do lúpulo vem de uma plantação experimental no Piemonte, gerido em cooperação com a Faculdade de Ciências Agrárias em Cussanio.

“Nós ainda não atingimos a plena autonomia, mas dada a tendência atual de desenvolvimento, esperamos alcançá-la em poucos anos. A fazenda cervejaria Baladin trabalha em uma instalação coberta com mais de 2.600 m2 e possui uma produção anual de cerca de 14.000 hectolitros, com mais de 30 tipos de cerveja. Na tentativa de se tornar a primeira cervejaria 100% artesanal e independente do mundo, nós investimos muita na autossuficiência energética.” esclarece Teo Musso.

BALADIN – Uma cervejaria agrícola

Em janeiro de 2012, a cervejaria Baladin tornou-se uma fazenda agrícola. O que isso significa? A resposta é complexa, mas há alguns pontos-chave que vale serem destacados. Por alguns anos as cervejas Baladin foram produzidas com maltes obtidos a partir de cevada cultivada na Itália (originalmente apenas em e ao redor de Piozzo). Terras eram alugadas, a Baladin fornecia as sementes e a atividade agrícola em si, era terceirizada. Agora a Baladin está diretamente envolvida em toda a produção: a cevada que utilizam vem principalmente de seus campos em Melfi, onde uma equipe dedicada acompanha todo a cadeia de produção até o beneficiamento do malte. Isso permite à cervejaria, ter controle total sobre a matéria prima, traduzindo-se em melhor qualidade de cervejas e mais independência.

Fazenda BaladinFazenda Baladin

O objetivo final da criação da “Sociedade Agrícola Cervejaria Baladin” é tornar-se a primeira fábrica de cerveja italiana realmente “independente”. Em outras palavras, produzir autonomamente todos os ingredientes necessários para as suas cervejas. Mas ainda há um longo caminho a percorrer, mas que graças a obstinação e determinação de toda família Baladin, não ira demorar muito tempo. A última colheita dos campos experimentais de lúpulo, renderam boas e abundantes flores.

“Estamos confiantes de que este é o caminho certo (e longo caminho a percorrer, é verdade …) para obter grande satisfação. Acreditamos que outros colegas irão seguir nossos passos… Mas não vamos esquecer que abrimos as portas para este tipo de mudança. Uma mudança que nos permite preservar a natureza de “excelência italiana” dos nossos produtos, que sempre foi um dos pontos fortes da assinatura da Baladin.” Afirma Teo Musso, mestre cervejeiro e fundador da Baladin.

TEO MUSSO – O cervejeiro

Teo Mussu - Fundador da BaladinTeo Mussu – Fundador da Baladin

Matterino “Teo” Musso, nasceu em 5 de março de 1964, em Piemonte. Um homem de personalidade complexa e com grande capacidade de comunicação. É considerado um dos representantes mais significativos de uma nova maneira de entender a cerveja na Itália; obviamente cerveja artesanal e de preferência para combinar com a gastronomia. Baladin é o rótulo com que ele carrega em todo o mundo e também é o nome de um projeto maior, que consiste em atividades e eventos que lidam com paladar. Sua ligação com o território e com o seu país é muito forte e ele tenta transferi-lo para todas as suas cervejas, utilizando matérias-primas cultivadas em Piozzo ou na Itália, porque ele está convencido de que “A cerveja é a Terra.”